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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Indústria participa do debate estadual sobre o Código Nacional de CT& I

Representantes da CNI e do Conselho de Inovação e Tecnologia (CITEC) da FIEB integraram o debate sobre o Projeto de Lei N° 2177/2011, o Código Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizado nesta quinta-feira (15), na sede do Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (CPqGM – FIOCRUZ BAHIA).

 

Representantes do governo, academia e indústria participaram do debate. FOTOS: Rafael Martins/Sistema FIEB.

 

Na ocasião, que reuniu representantes do governo, do segmento empresarial e da comunidade acadêmica, foram discutidas as mudanças mais recentes no texto do marco legal e coletadas novas contribuições para o PL, que está em fase de finalização antes de ser aprovado.
 

 

De acordo com o relator da Comissão Especial que coordena os trabalhos, o deputado Sibá Machado (PT/AC), as últimas sugestões serão recebidas até o próximo dia 25. Entre os dias 17 e 18 de setembro, o texto passará por aprovação da Comissão e, até o dia 10 de outubro, poderá ser votado em plenário.

 

“Algumas questões talvez precisem ser discutidas posteriormente, como a Lei de Acesso à Biodiversidade, já que, neste processo, fomos sinalizados que estas podem não passar. Após consulta aos órgãos fiscalizadores, também foi preciso formular uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) inserindo referências à Inovação, a fim de adequar o texto”, informou Sibá Machado.

 

O analista da Diretoria de Inovação da CNI, Luiz Gustavo Delmont, enfatizou que a regulamentação é de interesse da Indústria, Academia e instituições científicas, mas também de toda a sociedade e que alguns pontos ainda precisam ficar mais claros no texto da PL. “É preciso definir o que são as empresas inovadoras, por exemplo, as quais, em todo o mundo, são propulsoras de desenvolvimento científico, econômico e social”, disse.

 

O analista de Desenvolvimento Industrial da CNI, Luiz Delmont, defendeu a desmistificação da Inovação.

 

O vice-coordenador do CITEC, Ruben Delgado, frisou que o Código deve contribuir para aproximar a Indústria da Academia, desburocratizando estas relações. “Ainda existe um afastamento que inviabiliza a realização de parcerias fundamentais para o desenvolvimento da ciência no país”, afirmou.

 

O vice-coordenador do CITEC, Ruben Delgado, falou da aproximação Academia-Indústria.

 

O debate contou ainda com a participação do vice-coordenador regional do FORTEC e membro do CITEC, Gesil Amarante Segundo, o presidente da Fiocriz, Paulo Gadelha, o secretário estadual de Ciência e Tecnologia, Paulo Câmera, além de parlamentares e pesquisadores.

 

Na Bahia, as discussões são promovidas pelo Centro de Pesquisas Gonçalo Moniz (CPqGM – FIOCRUZ BAHIA), em parceria com a Academia de Ciências da Bahia, a Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO, o próprio CITEC, o Fórum Nacional de Gestores de Inovação e Transferência de Tecnologia – FORTEC e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência – Regional Bahia.

 


 


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